Quem é Rogério Lima

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Ex-pagodeiro, Empresário, Gamer, Capixaba e criador desse e de outros ~trocentos~ blogs. Está nessa vida desde 2003, mas não ficou nem rico e nem famoso. Gosta muito de receber brindes, mas é sempre esquecido.

13 Comentários/Trackbacks

  1. Grandes verdades. Ela expôs os motivos dela não concordar, não gostar mais de carnaval.

    BNÊ / Responder
  2. o carnaval já foi bom nos tempos de outrora porque ela não é mais jovem como antigamente.Resumindo o que ela quis dizer:”nós estamos nos americanizando,onde tudo é dinheiro e negócios”.

    luis crampazzo / Responder
  3. Meio óbvia a análise dela.
    Ainda assim, bastante interessante e corajosa a atitude 🙂

  4. Pena q o povo seja cego e não enxergue essas palhaçadas q fazem pra esconder os problemas reais.

    safis / Responder
  5. Nada mais que a verdade.

  6. Eu vou por outro caminho…

    Não como folião, não como policial, não com “eventual bêbado de plantão” no festejo, mas como cidadão, digo, ela esta certa! Corretíssima, mas ressalvada as devidas proporções (tanto pra la, quanto pra ca) eu pergunto, será mesmo que o carnaval não movimenta a economia (pro bem ou pro mal, pois mesmo que sejam lucros aquém dos donos das festas e põe aquém nisso eles ganham sim com essa venda ou revenda fora o extra que aqui não se entra no mérito do merecido ou não, pois vai e faz quem quer ou quem precisa, mas o mercado capitalista vigente esta encastelado em nossa sociedade, com ou sem ‘Carnival’)? Será mesmo que outras festas similares não provocam mazelas parecidas com as dos “carnavais”? Será que as pessoas em todas as festas ou subliminares não são sempre induzidas a algo? Se for assim então erradiquemos os natais, anos novos, festas juninas, e feriados “santos” país a fora, pois todos e (guardadas as proporções) tem la seu poder de indução, de propagação de consumo de etílicos e entorpecentes, suas mazelas violentas tanto no que diz respeito ao transito como a criminalidade…

    Acho que o pensamento como reflexão é até valido, mas a censura e a indução (que só afeta uns pouco, e não são os conscientes, mas sim os em transição para está) ao malfazejo, ou ao sentimento por este para quem quer apenas se divertir, mas nocivo ainda… Ter consciência do que se faz ou se esta fazendo é uma coisa, não ter é outra, mas subestimar os que têm ou não tem e tentar fazer com que se praguejem é mais feio ainda… Se for pra ser radical, e olharmos para os desprestigiados, então que abdiquem de seus salários, de seus carros com ar suas carreiras (que metade é de vaidade…)do conforto dum bom AP. Façamos como Sto.Agostinho ou tantos outros que temos a exemplo mundo e história a fora… Se não assim (viro EU o radical e digo, é tudo hipocrisia, fala se uma coisa vivesse outra…). Faça o que eu digo e não o (como) eu faço.

    Não condeno sua reflexão, inclusive, já passou por minha cabeça coisa do tipo, mas tive a sensatez de guardar para mim mais do que ela expos, e quando me expressei, tentei (num seu se consegui… [tomara que sim!]), não censurar a festa em sim ou seus participantes, mas censurei os atos, os conscientes e beneficiários do sistema, até por quem como ela mesma disse a festa não surgiu aqui, e não existe só aqui, tanto esta como qualquer outra, o diferencial é nossa cultura (ou a falta dela… Rs!), essa totalmente peculiar, consegue atrair e modificar (se pro bem ou pro mal ai é ponto de vista, é argumentação…) tudo que recebe, esta intrínseco também no nosso DNA, claro que a “formação” tem poder preponderante, claro, mas é fator, e não fato para determinação.

    Por fim, acho que EU não discordo da jornalista, discordo sim da forma, do uso, o símbolo, a acidez, com que se emprega a reflexão. Se formos caminhar por essa via teríamos de bater em pontos outros, (ex. as propagandas de cerveja que tanto o grande Danilo Ferreira [o ten. PM blogueiro] bate contra em seu blog… ou a escolarização que tanto Cristóvão Baruque [o senador] bate em suas legislaturas e discursos… e ainda a política de responsabilidade e boa gestão pautada, não nos ideais mas nas implantações de gente como Sérgio Rouanet ou José Merquior [diplomatas, filósofos, antropólogos, ensaístas e escritores, no caso de Rouanet também tradutor], isso sim é ponto de partida para uma saudável discussão, e não o radicalismo, radicalismo não ganha nada, aliás, ganha sim, mas não salva, não salva nada nem ninguém. Prefiro o debate por essa via…

    Mas estou longe de discordar da jornalista, estou apenas “apontando” por onde EU vou… Afinal eu sou um FOLIÃO animado, ébrio e talvez alienado, mas que não ganha nada com o carnaval, NADA, só “sapinho” e gripe!

    Erudio + discipilna = sensus… omnia vincit.

    :/

    Ewerton Monteiro / Responder
  7. Esta é uma verdade que incomada, incomada ao pobre, que sabe de tudo isto mas se esbalda na época de “liberdade libertina¨, incomada muito a quem de fato ganha com o carnaval, visto que palavras como estas, se espalham mais que virus H1N1 e possa contagiar mais pessoas com senso crítico, isto é mais uma forma de controle, prática há muito praticada, como já diziam os antigos imperadores romanos: ENQUANTO OUVER PÃO E CIRCO, O IMPERIO SOBREVIVERÁ, Bela reflexão Raquel, parabens!

    j batista / Responder
  8. Esta visão dela a respeito do carnaval, é também a minha, mas há uma enorme diferença do carnaval dos tempos dos nossos pais e deste atual (que é o alvo das críticas).
    Qual é a tradição originária de uma sociedade, que na medida que se expande à outras sociedades e toma proporções bastante amplas e ao longo dos séculos nao sofre nenhuma porcentagem de transformação?
    É verdade que o carnaval virou atualmente carnaval dos ricos, e negócio de empresários que veim nele uma maneira de obter lucro da massa pobre e assalariada; porém existe aqueles carnavais em pontos isolados, que dá-se em beira de esquina, em chooperias abertas ao público, nas fazendas e chácaras para familiares, amigos e convidados, ou em casa mesmo (todos estes sem haver a necessidade de se obter qualquer tipo de lucro por meio dos convidados). Mas há verdades ditas pela senhora Raquel Sherazade.
    Obsceno nao é o carnaval, obsceno são as atividades criadas e existentes por detrás do carnaval. Pena que ela se focou no carnaval!

    Tallick - Cético / Responder
  9. A crítica dela é para o carnaval atual, as músicas e a liberdade demasiada de jovens, digo crianças. Sua crítica quis mostrar muita coisa, além da festa de momô, exemplo: Ambulâncias e policiais aos montes no local da festa para socorrer briguentos e bebuns, enquanto a cidade em si esteja sem moitoramento de policiais. E ambulâncias no dia-a-dia não oferecem o devido serviço que todo cidadão tem direito.
    Eta mulher que enxerga longe, é cabra da peste, inteligente e bonitona.

    BNÊ / Responder
  10. A moça está de parabéns por dizer a verdade que outros jornalistas não tem a CORAGEM de dizer! Essa sim é uma jornalista de primeiro nível. É esse tipo de gente que o povo brasileiro deve se espelhar e valorizar! Se todo brasileiro tivesse 0,5% do censo crítico dessa mulher, esse país seria 99999,99999% melhor!

    Dani / Responder
  11. Concordo com tudo o que ela disse. E se alguém discorda, não pode falar mal, pq ela expôs a OPINIÃO dela. O ponto de vista DELA.
    Parabéns.

    Ricardino / Responder
  12. O carnaval era a expressao folclorica brasileira, inclusive ingenuo e puro, mas só foi a TV Sexo, tb conhecida por TV gLobo, entrar na parada, enchendo o video com bumbuns pelados e mulheres inteiras peladas e muita pornografia, q o carnaval se tornou a expressao pornografica brasileira, com as consequencias para a imagem do pais la fora e a degradacao de valores e atitudes aqui dentro, q obviamente chegam aos governos tb. E a Rachel tá de parabens, pois eu ja dizia a muitos antes dela q nada fica pra cidade, nenhum posto de saude e escola, apenas alguns particulares levam tudo.

    anonimo / Responder

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