Saramandaia tem personagem kibado de Futurama

Você já deve ter ouvido falar de Futurama (ou assistido). Ela era uma série animada, criada pelos mesmos criadores de Os Simpsons e que, 10 anos depois de ser descontinuada pela primeira vez, foi encerrada novamente. Já Saramandaia, foi uma novela, originalmente exibida pela TV Globo no ano de 1976 e que sofreu um remake da sua história original, escrita por Dias Gomes, para ser exibida no horário das 23 horas, também na Rede Globo.

Pois bem. Em Futurama (como o desenho era ambientado no Século XXXI), as personalidades do passado tinham suas cabeças expostas em redomas de vidro, como se elas fossem embalsamadas, porém, ainda vivas. Sim, elas falavam, cantavam e até roubavam (como em um episódio no qual Bender, o robô, perde seu corpo para a cabeça de Richard Nixon). Na imagem abaixo (reprodução) podemos ver várias delas:

futurama

No remake de Saramandaia também terá uma cabeça “viva”, dentro de uma redoma de vidro. O marido da personagem “Dona Pupu”, batizado de “Belisário”, que não aparecia na versão original de 1976, será interpretado. Em 76, ele apenas era citado, mas nunca apareceu (segundo esta fonte que mostra o antes e o depois dos personagens). Já na reedição, Belisário é interpretado pelo ator Luiz Henrique Nogueira e também interagirá se expressando e até falando. A foto abaixo (TV Globo/João Miguel) mostra como ficarão os personagens:

pupu-belisario

Bom, se kibado ou não, não poderemos saber. Até mesmo por que as cabeças em Futurama, mesmo dentro de um líquido (que presumo que seja formol), comportam-se como se fosse uma cabeça normal e estão quase 2 séculos à frente. Já a cabeça de Belisário, em Saramandaia, não ficará dentro de um líquido, por motivos óbvios.

Mas que isso é muito mais que uma “mera coincidência”, isso é!


Quem é Rogério Lima

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Ex-pagodeiro, Empresário, Gamer, Capixaba e criador desse e de outros ~trocentos~ blogs. Está nessa vida desde 2003, mas não ficou nem rico e nem famoso. Gosta muito de receber brindes, mas é sempre esquecido.

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