Bobeira nível:

Manual: Como NÃO ser chato

Com tanta informação, velocidade e acesso as mais variadas coisas, hoje vivemos o tempo de proliferação dos chatos adquiridos. Uso esse termo pra designar esses novos chatos, os chatos do nosso tempo, que só o são por conta da tão falada “inclusão”.

Eles, os chatos adquiridos, têm hoje, disponível, um imenso arsenal de besteiras. Elas chegam aos montes em suas caixas de e-mails, leitores de feed, no YouTube e nos mais variados programas e canais de TV. Basta olhar ao redor, no trabalho, na faculdade, na família, eles estão aos montes, todos com uma opinião e uma piadinha pra cada assunto. Te amolam o tempo todo. Pentelham no Orkut, MSN e Twitter, às vezes sem falar diretamente, mas aparecem com aquelas frases de efeito que copiam de algum lugar para parecerem “os caras”.

Sem mais chatice, devoto o meu tempo para explicar como uma pessoa pode parecer engraçada sem ser chata. Mas antes um pouco de historinha…
Quem me conhece sabe que sou um cara animado e sem muitos pudores. Como bom sagitariano, me relaciono fácil e adoro brincar com as pessoas. A Emily, por exemplo, escritora do Sem Querer Saiu(Já saiu da UTI?) e do Bobolhando me conhece bem, sabe, de cadeira, que as minhas brincadeiras são, sempre, as mais pesadas possíveis. Meu estoque de palavrões é extenso e não o nego a ninguém. Mas dificilmente alguém fica chateado com alguma das minhas brincadeiras. Apesar de sempre estar na risca que separa o ousado do escroto. Sabe por quê?

Essa bunda só está aqui para você ler o post

Por etapas:

Eu não forço ser engraçado: Se você não é não adianta forçar. Fazer uma pessoa sorrir é um dom, se você não consegue fazer com naturalidade não é com as piadinhas que você lê em Power Point que irá conseguir.

Não é todo mundo que gosta de brincadeiras: Você não conseguirá ser engraçado pra todo mundo. A piada que sua mãe gostou, não será a mesma que a gatinha da academia irá gostar. Eu, que pareço muito engraçado para os meus amigos, sou visto com frio e lacônico pela minha família. Simplesmente não adianta tentar ser “o esperto”, o “descolado” com todo mundo.

Piada tem hora: Mesa de bar é o meu lugar favorito, sala de aula também é um bom lugar, mas uma boa mesa, com poucas pessoas, alguns desconhecidos e uns bons alvos, pra mim, é um prato cheio, “eu si divirtu“. Mas tem lugares que não tem jeito, por mais engraçado que você possa ser, independente da sacada inteligente que fosse possa ter, não passará de mais um chato.

E nunca, em hipótese alguma, use a verdade em uma piada: A verdade é chata, sem graça e na maioria das vezes cruel. Ninguém gosta da verdade. Como disse acima, brinco muito e de forma bem pesada, mas nunca uso a verdade no meio das brincadeiras. Você pode chamar a pessoa de gay, drogada, broxa e tudo mais, desde que a pessoa não seja. Piadinha com verdade é maldade, das grandes ainda.

Finalizando, se você conhece alguém assim converse, ou mande esse texto em anônimo, os chatos do nosso tempo, metidos a espertinhos são muito sensíveis. Já fiz um chorar.

By the way, mas que bela lordose da loirinha heim!?!

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Heliarly

Heliarly é um autor convidado e este texto não representa a opinião do Bobolhando. Somos um site aberto às visões e experiências de cada autor. Escrevemos sob uma licença Creative Commons e você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e ao nosso humilde blog.

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