Antes de começar a contar o que aconteceu realmente, vamos explicar o que é uma experiência de quase morte. Segundo o Wikipedia, uma “EQM” é:
O termo experiência de quase-morte ou EQM refere-se a um conjunto de visões e sensações frequentemente associadas a situações de morte iminente, sendo as mais divulgadas a projeção astral (também chamada de “projeção da consciência”, “desdobramento espiritual”, “emancipação da alma”, “experiência fora do corpo”, etc), a “sensação de serenidade” e a “experiência do túnel”. Esses fenômenos são normalmente relatados após o indivíduo ter sido pronunciado clinicamente morto ou muito perto da morte, daí a denominação “EQM”.
Calma. Eu ainda não morri (para infelicidade das inimiga) e nem quase morri. Quem quase morreu foi este blog que você está lendo neste momento. Triste, mas verdade.
Bom, vamos à realidade:
Desde o começo do ano que tenho ficado extremamente desanimado com uma série de coisas que está assolando a internet ultimamente. Das maiores, estão: a falta de camaradagem, falta de reciprocidade, aumento do tempo que as pessoas ficam cuidando da vida das outras (no Facebook) e diminuição das visitas. Pelo meu lado, foram: Depressão e crise financeira.
Até aí, digamos que é até normal. Ninguém quer ajudar ninguém mesmo, muito menos um blog do interior do Espírito Santo. Fora que ninguém tem a ver com a vida particular de outrem, mas existem pessoas que se dizem seus amigos que sempre somem nessas horas. Mas a experiência de quase morte do Bobolhando aconteceu quando recebi um e-mail no último dia 5, que dizia (resumidamente):
“O valor de seu plano não é mais compatível com o servidor utilizado. Portanto, para continuar utilizando nossos serviços, sua mensalidade terá que se adequar e passará para R$ 320,00 (Trezentos e vinte Reais)”. E eu pago R$ 85 (com uns plus, claro).
Além do susto, fui abatido por um forte desânimo que me fez até twittar sobre a provável morte do blog. Para mim, é inviável pagar, pois o blog não se paga. Não paga nem a mensalidade velha, sempre tenho que inteirar (e muito). Enviei uma contraproposta, coisa que eu deveria receber e não enviar e ela foi acatada (mas ainda não confirmada). E, por este motivo, o blog ainda continua online.
Mas ainda não sei sobre seu futuro. As despesas são maiores que as receitas, o tempo para atualizar é escasso e os assuntos mais ainda (pois eu havia decidido que a linha editorial do blog não seria a “padrão”, mas a “raiz” – veja aqui). O desanimo ainda não passou e o que eu ando vendo por aí, me faz desacreditar ainda mais na humanidade, principalmente aqueles que habitam a internet. Salvo algumas raríssimas (e quase extintas) exceções.
Mas tudo tem seu lado bom: Desde quando reiniciamos, em Junho, reduzimos a taxa de rejeição do blog de quase 80% para menos de 10%. A meta agora é diminuir os novos visitantes e fazê-los retornar. Queremos fidelizar você.
Passado o chororô, continuemos com a nossa programação normal. Ou até o dia que eu me bagunçar nos meus cronogramas novamente.
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