Relutei muito. Pensei. E ainda me pergunto: Ainda vale a pena perder meu tempo falando (ou digitando, se preferir) sobre Big Brother Brasil, Pedro Bial, Boninho e seus Blue Caps?
Pois é. Tenho que falar e falar o que eu penso, é claro. Até agora só vi em sites que fulano saiu antes de entrar, fulano peidou, ciclano trocou de roupa na frente da PQP e pagou peitinho e por aí vai. Inclusive, aqui no Bobolhando, estamos fazendo (e com certeza faremos mais) “posts caça-paraquedistas”, já que dentro desses 3 meses de idiotice na maior emissora do país, na internet, o “BBB” será um dos termos mais pesquisados no Senhor “Onissapiente” da web, fazendo com que blogueiros “ninjas” aproveitem isso para elevar o numero de visitantes do seu blog.
O Big Brother Brasil é, definitivamente, o espelho da nova cultura Brasileira: Onde “Latinos” são hits em radios, Mulheres Frutas são pagam de inteligentes e programas onde vidas e personalidades de pessoas que querem ser pseudo-artistas ou pseudo-famosos ou, ainda, gostosas de olho grande em serem capa da Playboy são expostas ao extremo (e ao ridículo também) para todo o Brasil sem medo e sem pudor. Programas como o Big Brother, que a Globo produz (copiou, melhor dizendo), nunca me convenceram quanto ao método de escolha dos participantes ou mesmo o método de votação onde apenas porcentagens aparecem e nunca números exatos. Você lembra de quanto o Rodrigo (Cowboy) ganhou? Lembra também de quando o Rafinha venceu com apenas 0,15% de votos de diferença?
Enfim, esse foi o primeiro post (de uma série, ou não) sobre o BBB que eu farei aqui no “Fora do Ar”. Hoje eu to light e não quero polemizar tanto. Mas, deixe o Ibope subir (ou tentar subir novamente) e eu ficar mais interado, pois eu prefiro ver “Legendários” (blaaaarrrrghhh) do que ver Pedro Bial rateando e gaguejando nas tomadas ao vivo. Depois de mais de 10 (é isso?) anos de BBB ele não aprendeu ainda? Dá uma espiadinha na faculdade de novo Bialll!!
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Quer argumentar? Xingue muito no Twitter: @Bobolhando.








Uma resposta
Saudades dos tempos em que Pedro Bial cobria coisas realmente históricas, como a queda do muro de Berlim, a dissolução da União Soviética ou a Guerra do Golfo.