Estamos novamente em uma onda, não sei se duradoura, de Legião Urbana. Principalmente por agora estar nos cinemas o filme que conta a história da banda, de como ela surgiu e afins. E, logo em breve, também será lançado o filme “Faroeste Caboclo“, com o seu roteiro inspirado na música de mesmo nome. Nunca gostei da banda de Renato Russo e seus blue caps. Mesmo tendo vivido na época onde eles eram a “banda da moda”, não consegui gostar. Para mim, não era rock. Como o Restart, hoje, não é rock.
Para mim, Legião Urbana era (parafraseando um comentário que vi em algum lugar, por favor me corrijam) como são os “vloggers” de hoje: criaram um canal (com a sua banda) para reclamar e levar o recado “abre o olho, rapaziada” e se tornaram “deuses”, como alguns Youtubers (como gostam de serem chamados) são. Cada geração com a Legião que merece, não é verdade?
Mas, felizmente, alguma coisa boa sempre aparece com as “ondas” que vem e vão. Uma delas é a paródia, criada por Matheus e Marcos Castro, batizada por “Dragon Quest Caboclo“. Vale o play:
Vale também prestigiar o Qu4tro Coisas do amigo Pablo Peixoto, que trouxe algumas curiosidades e fatos sobre a banda de Brasília:
Como disse, continuo não achando Legião grandes coisas. Dou muito mais moral para quem sabe a letra completa de Vida Loka Parte 1, dos Racionais, do que toda a letra da história de Santo Cristo.
E você? O que acha?







