Ontem à noite morreu Oscar Niemeyer e, abrindo esta excessão de falar sobre a morte de um famoso neste blog, já que tem o Blogando e andando para falar apenas disso, o faço apenas por ele ser, junto com a Hebe (que já se foi), o Silvio Santos e outros poucos, um ícone de “eternidade” dentre as celebridades. Daquelas que você pensa: “Putz, nunca vai morrer esse cara!”. Mas aí, vem o Ceifador e leva essa sua referência para algum lugar do inexplicável.

Digo ícone por ser, desde que eu entendo por gente, referência de algo bem feito, algo que deve-se respeito e ações que fizeram seu nome ser escrito na história de um país, durante a sua vida. Assim foi a Hebe, sendo uma referência durante toda a vida, de apresentadora de TV, sendo a pioneira, sendo o que ela foi. Niemeyer também foi assim e será eternamente lembrado pelos seus projetos arquitetônicos ousados e reconhecidos no mundo inteiro.
Algumas obras arquitetadas por Oscar Niemeyer (Fonte das fotos: Brainstorm9)
Nunca me aprofundei na vida, propriamente dita do Seo Oscar, nem sei se ele foi um putão ou uma pessoa idônea, mas o que ele deixou será copiado (ou irão tentar copiar) até surgir o que chamarão de “novo Niemeyer”, como se faz quando surge um novo talento ímpar.
Mesmo indo, minha teoria antes dita neste post ainda se mantém. A ida do arquiteto, com a saída do Veríssimo do CTI, não me deixam pensar em outra coisa.
O último highlander, vai, mas ele sempre será eterno, enquanto as obras saídas de seus projetos permanecerem de pé.
Descanse em paz, menino Oscar. E cobre sua hora extra aí com Papai do céu.
Ah, sim. Sobre o Silvio Santos: prefiro não pensar em um mundo sem o “Ma oe”.
















