Resolvi substituir o texto da coluna (excepcionalmente hoje, devido à problemas de cunho pessoal do amigo PJ) por um vídeo do Hallorino, que faz um apanhado das coisas toscas que existem na TV aberta hoje em dia. Vejam:
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Semana que vem, voltaremos com a programação normal. Ou não.
Relutei muito. Pensei. E ainda me pergunto: Ainda vale a pena perder meu tempo falando (ou digitando, se preferir) sobre Big Brother Brasil, Pedro Bial, Boninho e seus Blue Caps?
Pois é. Tenho que falar e falar o que eu penso, é claro. Até agora só vi em sites que fulano saiu antes de entrar, fulano peidou, ciclano trocou de roupa na frente da PQP e pagou peitinho e por aí vai. Inclusive, aqui no Bobolhando, estamos fazendo (e com certeza faremos mais) “posts caça-paraquedistas”, já que dentro desses 3 meses de idiotice na maior emissora do país, na internet, o “BBB“ será um dos termos mais pesquisados no Senhor “Onissapiente” da web, fazendo com que blogueiros “ninjas” aproveitem isso para elevar o numero de visitantes do seu blog.
O Big Brother Brasil é, definitivamente, o espelho da nova cultura Brasileira: Onde “Latinos” são hits em radios, Mulheres Frutas são pagam de inteligentes e programas onde vidas e personalidades de pessoas que querem ser pseudo-artistas ou pseudo-famosos ou, ainda, gostosas de olho grande em serem capa da Playboy são expostas ao extremo (e ao ridículo também) para todo o Brasil sem medo e sem pudor. Programas como o Big Brother, que a Globo produz (copiou, melhor dizendo), nunca me convenceram quanto ao método de escolha dos participantes ou mesmo o método de votação onde apenas porcentagens aparecem e nunca números exatos. Você lembra de quanto o Rodrigo (Cowboy) ganhou? Lembra também de quando o Rafinha venceu com apenas 0,15% de votos de diferença?
Enfim, esse foi o primeiro post (de uma série, ou não) sobre o BBB que eu farei aqui no “Fora do Ar”. Hoje eu to light e não quero polemizar tanto. Mas, deixe o Ibope subir (ou tentar subir novamente) e eu ficar mais interado, pois eu prefiro ver “Legendários” (blaaaarrrrghhh) do que ver Pedro Bial rateando e gaguejando nas tomadas ao vivo. Depois de mais de 10 (é isso?) anos de BBB ele não aprendeu ainda? Dá uma espiadinha na faculdade de novo Bialll!!
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Quer argumentar? Xingue muito no Twitter: @Bobolhando.
Como um apagar de borracha em uma linha feita a lápis, o antes chamado “humorista” Zina, já é passado. Hoje, depois da febre dos insistêntes “Ronaldo” que apareciam em cada palavra “Pânico” que se dizia (e que hoje é sumariamente evitado em qualquer edição), agora o “AH MULEKE” é o bordão mais falado na boca do povo. E, Charles Henrique (o homem wikipédia), o novo fenômeno do Pânico na TV, surge como o novo coringa da atração da Rede TV!. Diferentemente do Zina, que hora se fazia de despojado e problemático para viver, em sua história, Charles Henriquepédia utilizou-se de seu grande conhecimento “noveleiro”, como uma enciclopédia viva, para mostrar como se ganha os “globais” em entrevistas simples e sem abordagens agressivas.

Como todos os outros “auto bordões” achados por acaso em matérias com grandes aglomerações, Charles Henrique, que completou 30 anos e ganhou uma homenagem do Pânico pelo seu aniversário, com direito a presença de Sérgio Mallandro, demonstrou logo de cara que era excepcional. Por conta disso, logo foi contratado e hoje ele é umas das principais atrações, ao lado de Gorete no Pânico. Livrando-se de uma provável demissão, neste domingo ele salvou o Mano Alfinete de mais uma, provando ser uma pessoa que nada teme. Evangélico, virgem, inteligente e fiél a namorada, Carlos Henrique conquistou o Brasil e também o World Wide Trend Topics (ou Trend Topics Mudial) como um dos assuntos mais falados do mundo.
Como Danilo Gentilli disse em seu Twitter, o Pânico a cada ano se renova, sem perder o humor bobo e idiota e por isso que hoje lidera o Ibope Dominical. E é com essas figuras praticamente “folclóricas” na TV que cada vez mais pessoas absorvem esses bordões como chicletes nas mentes dos “tele espéc” do Programa Pânico.
AH MULEKE!!
Trouxe de volta das cinzas uma coluna polêmica e lindamente censurada no início de 2009 no blog InfonetNews. Hoje, reestréia o “Fora do Ar”, nossa coluna exclusiva sobre programas da TV aberta! E, por um milagre praticamente divino, consegui recuperar os meus textos censurados graças a malemolência dos feeds do amigo Pedro Turambar, do blog O Crepúsculo (do filme dos vampiros e tal. Brinks, nem é).
Ai você fala: “Ué, além de copiar o nome daquele finado programa do SBT, ainda vai refazer uma coluna censurada de um blog?”.
E eu falo para vocês: “Sim, copiamos o nome descaradamente, os textos são de minha autoria e o pior: Iremos dar uma de Jorge Kajuru aqui e não deixaremos nada e nem ninguém de fora da nossa língua (aliás dedos) afiada, mesmo quando se tratar de programas “sérios” como Globo Rural ou Jornal da Band ou até mesmo CQC, Pânico e Zorra Total.
Você não entendeu ainda? Vou simplificar: O “Fora do Ar” será um artigo no qual eu, Rogério Lima, falarei aberta e descaradamente e sem medo de ser feliz dos programas de TV. Vou falar sim (e todos verão ainda mais) que Superpop é uma bosta; que a Zorra Total e “A turma do Didi” é uma merda ultrapassada e sem graça e que o Ratinho, mesmo pagando de bonzão, morre de medo de ser retaliado (vide ontem na polêmica entrevista com o Guilherme de Pádua).
Enfim, acho que agora todos entenderam que eu estou aqui para rasgar o verbo e falar o que todos fingem não ver, ou tem medo de falar, desta caixinha manipuladora de mentes do Sr. Edward Nigma (do filme do Batman, é claro), mais conhecida como aparelho televisor.
Ao contrário do que alguns pensavam, chego chutando o balde mesmo, mostrando pra que que eu vim e o que vai ser falado aqui. Podem comentar e espalhar a notícia pois, se não existe um ombusdsman em cada canal de televisão com programa exclusivo para ele, do mesmo modo que existe em alguns jornais impressos de respeito (ou nem tanto), ele acabou de chegar e chama-se Rogério Lima.
Esta coluna é dedicada a milhões de telespectadores que ainda ficam iguais a bobos, olhando e acreditando em tudo o que vê na televisão.
Sem mais por hoje, um beijo para minha esposa e um forte abraço para o Jorge Kajuru!
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