Na ultima segunda feira (24/01) a jovem Fátima Doralice da Silva Pereira , 29, nascida em Ipueiras no Ceará, deu entrada na 28º Seccional de Santo André, acusando Paulo Henrique do Amaral, 31, nascido em Guarulhos, SP pelo crime de xenofobia.
Fátima alegou que Paulo havia dito palavras de ódio dirigidas a moça em uma fila de supermercado:
“Ele disse coisas horrível (sic) sobre minha pessoa e racismo não aceito”, indagou indignada Fátima.
Paulo foi detido no Supermercado Dia pelo segurança do local sem sequer dizer uma palavra em sua defesa. O local estava vazio na hora do ocorrido com apenas o segurança (cujo preferiu se manter anônimo) como testemunha. O segurança ainda concluiu: “Ele ficou queto (sic) o safado. Se fosse no norte ele ia leva uma no “quengo”.
Esse poderia ser apenas um crime comum em SP, mas, o mais curioso veio a seguir.
Ao chegar na delegacia, escoltado pela GCM (Guarda Civil Municipal), foi percebido que Paulo era surdo-mudo e havia deixado sua casa onde mora com a mãe para apenas comprar pão. Quando o mesmo foi visto por populares no local sendo preso, seu irmão que trabalhava perto do ocorrido foi comunicado e o mesmo comprovou que Paulo era mesmo surdo-mudo.
O delegado logo se prontificou: “Se esse rapaz falou alguma coisa de racista ele deve ganhar um prêmio e não ser preso. Nunca vi um caso de surdo-mudo falar, ainda mais pra ser racista com alguém”.
Fátima e o segurança do supermercado (e única testemunha) prestaram depoimento ainda acusando Paulo de racismo.
Paulo foi liberado e não deverá responder pelas acusações.
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Paulo foi liberadoe não deverá responder pelas acusações. // Pelo menos não em voz alta….
Essa loka tinha quer ser presa por falsa queixa… e o segurança tinha que levar uma no quengo….
Kakakakaka!
Marco escreveu pouco e disse tudo.