2013: O ano que aconteceu de (quase) tudo no UFC

O mundo do MMA não foi mais o mesmo depois do ano de 2013. Principalmente no maior dos campeonatos deles, se não o primogênito, o UFC.

Ao completar 20 anos, o Ultimate Fighting Championship ganhou cadeira cativa neste blog com coluna exclusiva para tratar o assunto, em um ponto de vista de uma pessoa (eu) que acompanha o evento desde o início, quando a ansiedade batia para ir pegar os VHS’s na locadora meses depois do evento. Era como se estivesse vendo o jogo Mortal Kombat em cenas reais, mas sem fogo pelas ventas, decapitações ou congelamentos.

Como praticante de Karatê Shotokan, dos 11 aos 17 anos, vivi intensamente a mágica de Royce Gracie nos primeiros UFC, o nascimento do verdadeiro MMA com Marco Ruas e suas orelhas e o nocaute fulminante de Belfort em Wanderlei Silva no UFC 17,5, o primeiro no Brasil. Sim, sou velho.

Antes de continuar, veja os 20 maiores nocautes do UFC nestes 20 anos:

Mesmo achando que deveriam entrar outros nocautes das antigas, separamos também o Top 20 de submissões (ou finalizações) para o seu deleite:

Neste compilado de submissões, você deve ter percebido a Ronda Rousey, que ganhou a primeira luta entre mulheres do UFC em toda a sua história, que também foi realizada em 2013, e é a atual campeã, depois de defender seu cinturão por outras duas vezes no mesmo ano.

Fora isso, vimos o que pode ser o fim do maior campeão de todos os tempos, o Anderson Silva e sua fortíssima cena da quebra de sua perna na revanche com Chris Weideman (você deve estar cansado de ver, por isso não pus o link); Vimos GSP aposentar, logo após ter ganhado uma luta totalmente questionável do Johny “Programador de PHP” Hendricks; Vimos Sonnen ganhar de um Brasileiro depois de 5 anos (na ocasião, ele venceu Paulo Filho, no WEC 36); Vimos o retorno de Belfort para as paradas de sucesso, mesmo com seu sermão da montanha em toda entrevista que dá. Enfim, vimos quase de tudo.

Fora do UFC também tivemos coisas inéditas. Como a primeira luta mista do mundo (entre um homem e uma mulher) no Shooto:

Surpreendentemente, mesmo depois de uma puta divulgação, promoção da luta e afins, a luta não passava de uma campanha do Disk Denúncia, para denunciar violência doméstica. Totalmente válido, mas ficou como uma “pegadinha do Mallandro” do bem, no final.

Concluindo, espero que 2014 seja um ano cheio de surpresas tanto no UFC, quanto em todas as competições de MMA do Brasil e do Mundo. Continuaremos a trazer nossa opinião escrita, quase que no calor da luta (eu escrevo o esboço do texto sempre ao final da luta, no celular), para as páginas deste blog sempre que possível, afinal, uma das péssimas ideias do UFC em 2013 foi colocar as lutas na Quarta-feira, que é dia de jogo no Campeonato Brasileiro.

Se bem que o Vascão agora joga na Terça, mas isso é assunto para outro texto.


Quem é Rogério Lima

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Ex-pagodeiro, Empresário, Gamer, Capixaba e criador desse e de outros ~trocentos~ blogs. Está nessa vida desde 2003, mas não ficou nem rico e nem famoso. Gosta muito de receber brindes, mas é sempre esquecido.

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